O tema e abordado com profundidade, completude e de forma interdisciplinar, recheada de opulentas notas bibliográficas de praticamente todos os autores que examinaram algum aspecto da arte de julgar. O autor conseguiu esmiuçar o momento tão difícil e apaixonante no qual o juiz forma o seu convencimento e julga a causa. Consegue examinar o que se passa na mente do juiz no ato de julgar em sentido estrito, com as influências e conformações inerentes à sua própria dimensão humana. A primeira parte de seu trabalho contém o substrato teórico sobre o tema. O autor traça importante estudo sobre o intuicionismo, que considera como base primeira da formação do processo cognitivo do juiz, o qual identifica como o momento de descoberta, seguindo-se o contexto de sua justificação. A segunda parte responde à indagação posta pelo autor: “Como se forma a decisão judicial?”, culminando com o capítulo derradeiro sobre o dever de justificação como instrumento de racionalização da formação da sentença.
O tema e abordado com profundidade, completude e de forma interdisciplinar, recheada de opulentas notas bibliográficas de praticamente todos os autores que examinaram algum aspecto da arte de julgar. O autor conseguiu esmiuçar o momento tão difícil e apaixonante no qual o juiz forma o seu convencimento e julga a causa. Consegue examinar o que se passa na mente do juiz no ato de julgar em sentido estrito, com as influências e conformações inerentes à sua própria dimensão humana. A primeira parte de seu trabalho contém o substrato teórico sobre o tema. O autor traça importante estudo sobre o intuicionismo, que considera como base primeira da formação do processo cognitivo do juiz, o qual identifica como o momento de descoberta, seguindo-se o contexto de sua justificação. A segunda parte responde à indagação posta pelo autor: “Como se forma a decisão judicial?”, culminando com o capítulo derradeiro sobre o dever de justificação como instrumento de racionalização da formação da sentença.