Em um cenário em que a inteligência artificial já integra a prática médica, decisões diagnósticas deixam de ser exclusivamente humanas para se tornarem híbridas, e é nesse ponto que surgem os maiores desafios jurídicos da atualidade. Esta obra analisa, com rigor técnico e linguagem acessível, os limites da responsabilidade civil do médico diante do uso de sistemas inteligentes no diagnóstico.A partir de casos concretos e da evolução normativa, a autora investiga questões centrais: quem responde quando a máquina erra? O médico pode confiar na inteligência artificial? Há autonomia ou dependência tecnológica?Com abordagem crítica e contemporânea, o livro propõe reflexões indispensáveis para juristas, profissionais da saúde e todos aqueles que buscam compreender os impactos da tecnologia na medicina. Esta obra convida o leitor a enfrentar os dilemas de um futuro que já começou.
Em um cenário em que a inteligência artificial já integra a prática médica, decisões diagnósticas deixam de ser exclusivamente humanas para se tornarem híbridas, e é nesse ponto que surgem os maiores desafios jurídicos da atualidade. Esta obra analisa, com rigor técnico e linguagem acessível, os limites da responsabilidade civil do médico diante do uso de sistemas inteligentes no diagnóstico.A partir de casos concretos e da evolução normativa, a autora investiga questões centrais: quem responde quando a máquina erra? O médico pode confiar na inteligência artificial? Há autonomia ou dependência tecnológica?Com abordagem crítica e contemporânea, o livro propõe reflexões indispensáveis para juristas, profissionais da saúde e todos aqueles que buscam compreender os impactos da tecnologia na medicina. Esta obra convida o leitor a enfrentar os dilemas de um futuro que já começou.