O livro Empresas transnacionais e direitos humanos: as empresas farmacêuticas como objeto de estudo questiona a visão tradicional do Direito Internacional, segundo a qual a responsabilidade pelos direitos humanos cabe eminentemente aos Estados. A obra apresenta o conceito de uma responsabilidade compartilhada pelos diversos atores internacionais, na seara dos direitos humanos e no seio de uma sociedade global. Nesse esteio, a responsabilidade que os Estados e que as empresas transnacionais partilham em relação aos direitos humanos é definida a partir de três níveis, a saber: respeito, proteção e promoção dos direitos humanos. Tais categoriais são detidamente definidas no bojo do impasse envolvendo as empresas farmacêuticas e a questão do acesso a medicamentos a populações pobres e negligenciadas.
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O livro Empresas transnacionais e direitos humanos: as empresas farmacêuticas como objeto de estudo questiona a visão tradicional do Direito Internacional, segundo a qual a responsabilidade pelos direitos humanos cabe eminentemente aos Estados. A obra apresenta o conceito de uma responsabilidade compartilhada pelos diversos atores internacionais, na seara dos direitos humanos e no seio de uma sociedade global. Nesse esteio, a responsabilidade que os Estados e que as empresas transnacionais partilham em relação aos direitos humanos é definida a partir de três níveis, a saber: respeito, proteção e promoção dos direitos humanos. Tais categoriais são detidamente definidas no bojo do impasse envolvendo as empresas farmacêuticas e a questão do acesso a medicamentos a populações pobres e negligenciadas.