O Estatuto das Metrópoles é uma resposta ao julgamento da ADIN nº 1.842, no qual se fixou que o regime jurídico das Regiões Metropolitanas é o de cogestão entre Estado e Municípios. A novidade dessa obra é a investigação do desenho institucional de governança das Regiões Metropolitanas a partir do Estatuto das Metrópoles. O problema da cogestão é dissecado mediante a noção de armadilhas federativas, que são mecanismos institucionais que dificultam ou impedem a cooperação. Por que então governança metropolitana? A resposta é uma justificativa constitucional para explicar a relação entre democracia e território. Em seguida, esboça-se o desenho institucional da governança metropolitana. Ao final, estuda-se o conceito constitucional de função pública de interesse comum. Este livro é basicamente a dissertação defendida em dezembro de 2016 no Mestrado em Direito Constitucional no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), com atualizações.
Ler tudo
R$ 46,00
ou em até 12x de R$ 3,83 sem juros
Formato
Quantidade
Como meu conteúdo digital será disponibilizado?
*Até 3 acessos simultâneos com único login e senha. A FÓRUM disponibilizará o acesso ao conteúdo contratado em até 2 dias úteis após a emissão da Nota Fiscal.
O Estatuto das Metrópoles é uma resposta ao julgamento da ADIN nº 1.842, no qual se fixou que o regime jurídico das Regiões Metropolitanas é o de cogestão entre Estado e Municípios. A novidade dessa obra é a investigação do desenho institucional de governança das Regiões Metropolitanas a partir do Estatuto das Metrópoles. O problema da cogestão é dissecado mediante a noção de armadilhas federativas, que são mecanismos institucionais que dificultam ou impedem a cooperação. Por que então governança metropolitana? A resposta é uma justificativa constitucional para explicar a relação entre democracia e território. Em seguida, esboça-se o desenho institucional da governança metropolitana. Ao final, estuda-se o conceito constitucional de função pública de interesse comum. Este livro é basicamente a dissertação defendida em dezembro de 2016 no Mestrado em Direito Constitucional no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), com atualizações.