A obra de Bruno Campos Silva é de leitura obrigatória, o que se afirma, a despeito da linguagem clara e dos sólidos alicerces doutrinários em que o autor se apoia à compreensão da tutela preventiva, (re)fundando o paradigma do ilícito e a tutela inibitória – sem prejuízo, palavras nossas, de sua convivência com o paradigma do dano. É tanto quanto bastaria à leitura. Com efeito, refletindo a tutela inibitória no horizonte processual/procedimental, além de apontar inúmeras situações em que essa espécie de tutela preventiva é apropriada, o autor envereda pela árida questão de sua procedimentalização pelo Código de Processo Civil, inclusive no âmbito da tutela provisória, oferecendo importantes subsídios ao seu emprego no dia a dia. Em suma, que não por um mandamento, senão pela cognição, a leitura se impõe.
A obra de Bruno Campos Silva é de leitura obrigatória, o que se afirma, a despeito da linguagem clara e dos sólidos alicerces doutrinários em que o autor se apoia à compreensão da tutela preventiva, (re)fundando o paradigma do ilícito e a tutela inibitória – sem prejuízo, palavras nossas, de sua convivência com o paradigma do dano. É tanto quanto bastaria à leitura. Com efeito, refletindo a tutela inibitória no horizonte processual/procedimental, além de apontar inúmeras situações em que essa espécie de tutela preventiva é apropriada, o autor envereda pela árida questão de sua procedimentalização pelo Código de Processo Civil, inclusive no âmbito da tutela provisória, oferecendo importantes subsídios ao seu emprego no dia a dia. Em suma, que não por um mandamento, senão pela cognição, a leitura se impõe.