Em tempos de constantes conflitos armados internacionais, a paz e a segurança mundiais se tornaram arenas de ambiguidades jurídicas e morais. Este livro propõe uma teoria da exceção no direito internacional, revelando como a linha entre guerra e paz se tornou nebulosa em razão da fraude hermenêutica das crises permanentes. A obra investiga como Estados utilizam o direito para justificar o uso da força ilícito sob pretextos de legítima defesa e manutenção da segurança nacional, de maneira abusiva, expondo os mecanismos que enfraquecem o sistema internacional. Há uma análise profunda das raízes políticas e jurídicas que moldam o cenário atual, convidando o leitor a repensar os limites da legalidade e a real possibilidade de alcançar a paz duradoura com base nas experiências do século XXI.
Em tempos de constantes conflitos armados internacionais, a paz e a segurança mundiais se tornaram arenas de ambiguidades jurídicas e morais. Este livro propõe uma teoria da exceção no direito internacional, revelando como a linha entre guerra e paz se tornou nebulosa em razão da fraude hermenêutica das crises permanentes. A obra investiga como Estados utilizam o direito para justificar o uso da força ilícito sob pretextos de legítima defesa e manutenção da segurança nacional, de maneira abusiva, expondo os mecanismos que enfraquecem o sistema internacional. Há uma análise profunda das raízes políticas e jurídicas que moldam o cenário atual, convidando o leitor a repensar os limites da legalidade e a real possibilidade de alcançar a paz duradoura com base nas experiências do século XXI.